Doença de Parkinson – Novas Pesquisas

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A doença de Parkinson é uma degeneração das células cerebrais, em especial as que produzem dopamina (neurotransmissor que faz a ligação entre os ajustes finos de várias funções do organismo assim como os movimentos corporais).

Os sintomas são:

  • Tremores de repouso;
  • Movimentos lentos;
  • Rigidez;
  • Dificuldade de locomoção;
  • Desequilíbrio;
  • Sensação de tontura e dor.

A doença pode se desenvolver durante anos antes que os sintomas sejam notados.

A doença não é de caráter familiar na maioria dos casos.

A doença de Parkinson é mais comum na terceira idade.

As pesquisas recentes da D.P tem tido grandes avanços desde a genética, biologia celular e molecular, até métodos de diagnóstico por imagem, neurologia e neurocirurgia.

Na maioria dos casos não há como prever a doença, mas estudos atuais estão à procura de marcadores biológicos, alterações químicas mesmo em indivíduos que não apresentem sintomas parkinsonianos.

O diagnóstico antecipado pode prevenir a doença.

Dois exames podem fornecer dados da doença antes da sua manifestação:

  • US transcraniana em que se visualiza a substância negra, esta apresenta alteração em pessoas com risco de manifestação da doença e a;

  • Cintilografia cerebral com transportador de dopamina. Em pessoas portadoras a dopamina é diminuída.

 

 

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