Fisioterapia aplicada ao tratamento de Esclerose Amiotrófica, Síndrome de Guillain Barre e Distrofia Muscular de Duchenne

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Os muitos benefícios proporcionados pelo exercício já são conhecidos por grande parte da população, mas além da sua eficácia em relação a patologias como osteoporose, hipertensão, obesidade, disfunções músculo-esqueléticas, etc. Há também a ação na prevenção/tratamento de doenças neuromusculares como Síndrome de Guillain Barre, Esclerose Lateral Amiotrófica, Distrofia Muscular de Duchenne entre outras.

As doenças neuromusculares têm como característica em comum, gerar um déficit motor, comprometendo atividades simples do dia-a-dia, se não estimulado o quadro pode evoluir para uma atrofia muscular causado pelo desuso da musculatura, agravando todo o processo. O paciente pode torna-se dependente de familiares ou cuidadores.

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Exercícios desenvolvidos utilizando princípios como a especificidade (exercitar os movimentos semelhantes ao que é necessário ao paciente), freqüência de treinamento (três dias na semana já proporcionam adaptações favoráveis) e periodização (planejamento do tempo em períodos para melhor adequação a rotina) além de promover a manutenção funcional podem gerar ganhos de mobilidade e força muscular.

A fisioterapia e o pilates associados irão estimular coordenação, propriocepção, equilíbrio, força muscular e retardar a progressão da doença. O diferencial da aplicação de ambas as técnicas é pela possibilidade de criar um programa direcionado especificamente para esse indivíduo, pois suas limitações devem ser levadas em consideração para não causar o surgimento de um quadro álgico.

fisioterapeuta-neurologicoOs exercícios adotados devem ser graduais, respeitando os limites do indivíduo para não elevar a fadiga ou quedas no caso de pacientes em ortastase (em pé). Não importa o grau de acometimento ou severidade, a aplicação é necessária e recomendada no tratamento.

A fisioterapia ainda tem papel fundamental na orientação e nos cuidados fora da terapia, como promover atividades que possam ser feitas em casa para aperfeiçoar ainda mais o tratamento, assim como informar familiares e ao próprio paciente sobre sua postura e atividades diárias para que o mesmo seja o mais independente possível.

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Fonte:http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2005/RN%2013%2002/Pages%20from%20RN%2013%2002-2.pdf

http://revistapilates.com.br/2013/11/21/pilates-no-tratamento-da-esclerose-multipla-2/

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